Por que será?
FIEB PROÍBE ENTRADA DO SIPROEM
O Sindicato dos Professores foi proibido de entrar na FIEB para conversar com os professores. A superintendente da entidade, professora Neide sequer teve a educação de atender os diretores do sindicato. Durante a espera, os sindicalistas perceberam que a gestão da entidade estava aflita e mantinha vigilância sob os funcionários para que eles não tivessem acesso ao informativo. O que eles temem afinal? Será que o sindicato incomoda tanto a ponto de proibir que seus professores e funcionários falem conosco? Tudo é muito suspeito. Num país em que tanto se prega a democracia, ainda há dirigentes que se julgam estar acima da lei. Que tipo de cidadãos esses professores podem formar, se são proibidos de exercer seus direitos de cidadão, de expor sua indignação contra uma lei que fere preceitos conquistados através de muito trabalho. O SIPROEM é o legítimo representante da categoria em Barueri e a legislação faculta a entrada em qualquer escola de sua base. Breve, estaremos de volta. Nem que seja no portão das escolas, com carro de som, faixas e tudo que tivermos direito. Não será essa proibição que nos impedirá.
PROIBIDOS SIM, CONFORMADOS JAMAIS
Os professores do ITB – Instituto Tecnológico de Barueri, impossibilitados de falar com os diretores do SIPROEM, deram uma aula de cidadania e foram até o portão pegar o informativo e esclarecer suas dúvidas em relação à mudança de regime de trabalho imposto pelo digníssimo prefeito. Os professores ficaram indignados com a imposição, pois sabem das perdas que essa famigerada lei impõe. Enquanto isso, as escolas da rede recebiam um fax proibindo, novamente, a entrada do nosso sindicato. Com esse ato o prefeito mostra mais uma vez a sua intolerância com os trabalhadores. O verdadeiro intuito da prefeitura é calar a boca dos funcionários
e fazer-nos engolir mais uma imposição dessa administração que só tem feito lesar o bolso do trabalhador. Já acabaram com o nosso triênio, tiraram nosso 14° salário e o FGTS, nos forçaram a abrir conta em outro banco e agora aplicam a 171.
Entretanto, não permitiremos que isso aconteça.. Não adianta utilizar de subterfúgios para pararmos a luta. Estamos cansados de injustiças. Se nada fizermos agora para conter a ganância dessa administração, logo precisaremos trabalhar de graça e ainda agradecer pela deferência de trabalharmos nesta
cidade. Vamos gritar, berrar se necessário para que a população desta cidade e do Brasil tenha consciência do que estão fazendo com os trabalhadores de Barueri
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